sábado, 30 de janeiro de 2016

Cultura Indígena: Vivências nas aulas de Educação Física

A cultura indígena sempre esteve presente em nosso país e influência constantemente as tradições do país. Considerando sua importância acreditamos que a escola tem que estar constantemente em contato com as tradições brasileiras, eis uma possibilidade de inserir no currículo escolar os elementos da cultura indígena através da Educação Física. 

A Lei nº 11.645 de 10 de março de 2008 foi sancionada, e obriga as escolas incluir elementos da cultura indígena no currículo escolar tanto na rede particular quanto pública.

Essa exigência é uma iniciativa rica em conhecimentos relativos ao resgate cultural no ambiente escolar, propiciando aos alunos maiores oportunidades de conhecer o processo de construção do país, bem como compreender e identificar elementos da cultura corporal característicos dos povos indígenas.

No âmbito da cultura corporal os jogos e brincadeiras indígenas apresentam uma variedade imensa de possibilidades de vivências e reflexões significativas para serem estudadas nas aulas de Educação Física. Assim, é de suma importância que nós professores busquemos meios de se informar a respeito dessa cultura em prol de ampliar o nível cultural de nossos educandos.

Desenvolver trabalhos acerca da questão indígena na escola é fazer com que o país conheça a si próprio, oferecendo ao educando condições para estar em contato com as tradições do nosso Brasil, buscando sua valorização, promoção e preservação.

Sugestão de brincadeiras que apresentam elementos da cultura indígena que podem ser desenvolvidas nas aulas de Educação Física : Arranca Mandioca, Disputa de pião, Luta de galo, Jurê, Corrida e pescaria.




Corrida da turma 1º ano C - 2015
Pescaria da turma: 2º ano B - 2015
Pescaria da turma: 2º A - 2015

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

PSICOMOTRICIDADE: A relação entre o mundo Interno e Externo.

  Breve Histórico

Nas décadas de 70 e 80 surgiram movimentos renovadores na Educação Brasileira. E a Psicomotricidade se destacou com variantes como a “psicocinética” de Jean Le Boulch (1978) que contestava a forma que acontecia a Educação Física, enfatizando que a “psicocinética” é uma teoria geral do movimento para ser usado como meio de formação que privilegiava o estimulo ao desenvolvimento psicomotor, especialmente a estruturação do esquema corporal e as aptidões motoras. Le Boulch afirmava que através da pratica do movimento essa estruturação e aptidões eram melhoradas. Mas, em contraposição, o ministério dos Esportes, na época, entendia que a Psicomotricidade era proposta interessante apenas para a Educação de crianças deficientes, enquanto as crianças "normais" deveriam ter a formação esportiva para terem melhores resultados no esporte.


Valência Psicomotora: Equilíbrio.
  Significado:

PSICO: Intelectual, cognitivo emocional, afetivo, mental e neurológico.


MOTRICIDADE: Movimento, ato, ação, gesto.


Valência Psicomotora: Lateralidade.
Valência Psicomotora: Coordenação motora.

Algumas Definições:

JEAN LE BOULCH: Tem por finalidade assegurar o desenvolvimento funcional, tendo em conta as possibilidades das crianças e ajudar sua afetividade a expandir-se e equilibrar-se através do intercâmbio com o ambiente humano.

HENRI WALLON: Propicia o estudo da função tônica da musculatura e sua relação com o emocional.

JEAN PIAGET: Essa ciência trata da relação entre o homem, seu corpo, o meio físico e sóciocultural na qual convive.

ADRIANA DUARTE: Psicomotricidade é um termo empregado para uma concepção de movimento organizado e integrado, em função das experiências vividas pelo sujeito.

Enfim, a psicomotricidade é a ciência que estuda o homem através do seu corpo em movimento e em relação ao seu mundo externo e interno e, de suas possibilidades de perceber, atuar e agir com o outro, com os objetos e consigo mesmo.

Tampi-pista: Habilidades de coordenação motora e socialização.

Educação Psicomotora

A Educação Psicomotora é um meio para auxiliar a criança frente às dificuldade e a superação das mesmas. Proporcionando condições mínimas de bom desempenho acadêmico ao educando.

A Educação Psicomotora pode ser preventiva e reeducativa.
Preventiva: Quando oferece condições à criança de desenvolver-se melhor em seu ambiente.
Reeducativa: Quando trata indivíduos que apresentam desde o mais leve atraso motor até problemas mais sérios.
Basquetinho: Estruturação espacial, socialização e força.
Golzinho: Estruturação espacial, socialização e coordenação motora.
Slike Line: Socialização, controle muscular, concentração e equilíbrio.

  Imagens:

Algumas vivências de turmas do ensino fundamental I (1º ciclo) da Escola Municipal Engenheiro Gilberto Pires Marinho durante as aulas de Educação Física em 2015.

  Referencial Teórico:

DUARTE, A.F. Psicomotricidade e suas implicações na Alfabetização. São Paulo: All Print Editora. 2014


domingo, 6 de dezembro de 2015

Galeria JERP 2015: Futsal da Escola Estadual Professor Edison de Souza Carneiro

Após meses de treinos e jogos concluímos nossa participação nos Jogos Escolares da Rede Pública em 2015. Grandes desafios foram postos e todos superaram com maestria. Importantes aprendizagens que servem como incremento para a formação de cidadãos conscientes de suas responsabilidades. Assim, com a certeza que os objetivos foram alcançados, agradecemos a colaboração de todos envolvidos e em especial a direção da escola e os estudantes que compram os times A e B.
Formação de equipes A e B para o Futsal.
Expectativa para o primeiro jogo no ginásio do Colégio Estadual Luiz Pinto de Carvalho.
Preparação para o primeiro jogo da fase de grupos.
Declaração de vitoria do time A por W.O. no primeiro jogo.





Composição do time A que ganhou o primeiro jogo da fase de eliminatórias.
Edison Carneiro (São Caetano) X Praia Grande (Mirantes de Periperi)
Jogo difícil: 1x0 para o time A do Edison de Carneiro.
Edison Carneiro (São Caetano) X Maria Amélia (São Marcos).
Não foi dessa vez. Derrota do time  B Edison Carneiro por 5X1.
Volta para casa após os jogos do time A e B na Escola Estadual Duque de Caxias.
Aquecimento para jogo na Escola Estadual Severino Vieira.
Composição do time A do Edison Carneiro que jogou Com time da Escola Alberto Santos Dumont segunda fase de eliminatória.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Escolas públicas de São Caetano participam do Festival de Judô do JERP 2015


Os Jogos Estudantis da Rede Pública (JERP), projeto da Secretaria da Educação do Estado da Bahia, tem o objetivo de fortalecer a cultura corporal e as práticas esportivas no currículo da educação básica, tendo como princípios a diversidade, ética, integração, socialização, inclusão, participação, cooperação, regionalismo e emancipação. E no 4º Encontro Estudantil da Rede Estadual os estudantes participam das etapas finais das competições de modalidades esportivas individuais e coletivas.

No festival de Judô os estudantes que moram na região do bairro de São Caetano representaram as Escolas Estaduais Professor Edison de Sousa Carneiro, Professor José Barreto de Araujo Bastos, Carlos Alberto Cerqueira, Professor Luis de Moura Bastos e Assis Chateaubriand. Destaque para o show de companheirismo, respeito e desempenho técnico.



terça-feira, 10 de novembro de 2015

JERP 2015: Seleção Edison Carneiro classificada


Todas as vibrações positivas para os estudantes da Escola Estadual Professor Edison de Souza Carneiro classificados para próxima fase dos Jogos Estudantis da Rede Pública - 2015. que acontecerá domingo (15-11-2015) na Escola Estadual Duque de Caxias.

FUTSAL - Categoria A
Natanael Santos Silva
Jonathan Teodoro Cabral dos Santos
Joseval Sousa da Silva Junior
Vinicius Santos da França
Icaro dos Santos Lima
Jackson dos Santos Almeida Junior
Romano Batista
Erick Ferreira
Marcos Vinicius
Anderson Santos da França Junior
Tairone da França

FUTSAL - Categoria B
José Matheus Silva Cruz
Adeilson Santos Mota
João Lenon
Wesley Santos de Jesus
Pedro Mendes
Ruan Matheus
Rian Fernandes
Daniel Jones Santos
Natan Cardoso
Tierry Ribeiro

Professor/técnico: Marielson Alves

Vai Judô: Uma proposta educacional



Projeto implantado no Centro Educacional Alzemira Borges em 2013 e 2014 e no Colégio Anchieta em 2015, proposto por Marielson Alves, Especialista em Metodologia do Ensino e da Pesquisa em Educação Física e Esporte Escolar e Faixa preta de Judô, visando o desenvolvimento do esporte educacional através do judô. 
 APRESENTAÇÃO
Uma pratica corporal que tem sua origem nas artes marciais japonesas, o Judô exige do praticante uma conduta de “samurai” que se pauta, não de valentia e atos heroicos e sim, nas formas de condutas contidas num código de honra ético-moral (o chamado “Bushidô”) que preconiza o cavalheirismo, o respeito, bondade, fidelidade e desprezo pela dor e sofrimento. Ao transformar a uma arte marcial em um método de Educação Física (Judô), concebido pela sistematização das técnicas de ataque e defesa que favorece a apropriação de uma cultura sócio-educacional e possibilita aos praticantes formas de manter a saúde o mestre Jigoro Kano fortaleceu ainda mais a filosofia do Judô, valorizando o respeito, ética e a disciplina.
Os ensinamentos do mestre Jigoro Kano é observado, no decorrer da historia, o principal fator que diferencia o Judô das demais atividades que também tem origem nas artes marciais. Pois há o tratamento de pontos sensíveis do ser humano, onde a solidariedade e o bem estar do próximo acompanha passo a passo o contato físico, por meio dos princípios de lealdade e honestidade plantados na consciência do indivíduo, revelado durante o combate e sacramentado pela flexão do tronco na saudação (Rei).
Dessa forma percebemos que o Judô é um excelente instrumento educativo precioso para auxiliar na formação do indivíduo sob o ponto de vista integral que segue um caminho de busca do auto-conhecimento fundamentado em nove princípios que compõem o Espírito do Judô, princípios esses que marcam as maneiras de percorrer o “SUAVE CAMINHO”, cujo estudo de seus fundamentos nos dá base para a compreensão e o progresso do Judô, são eles:
1. Conhecer-se é dominar-se, e dominar-se é triunfar.
2. Quem teme perder já está vencido.
3. Somente se aproxima da perfeição quem a procura com constância, sabedoria e, sobretudo, humildade.
4. Quando verificares, com tristeza, que nada sabes, terás feito teu primeiro progresso no aprendizado.
5. Nunca te orgulhes de haver vencido um adversário. ao que vencestes hoje, poderá derrotar-te amanhã. a única vitória que perdura é a que se conquista sobre a própria ignorância.
6. O judoca não se aperfeiçoa para lutar, luta para se aperfeiçoar.
7. O judoca é o que possui inteligência para compreender aquilo que lhe ensinam e paciência para ensinar o que aprendeu aos seus semelhantes.
8. Saber cada dia um pouco mais, utilizando o saber para o bem, esse é o caminho do verdadeiro judoca.
9. Praticar o judô é educar a mente a pensar com velocidade e exatidão, bem como o corpo a obedecer com justeza. o corpo é uma arma cuja eficiência depende da precisão com que se usa a inteligência.

OBJETIVO GERAL
Ampliar e oportunizar aos estudantes práticas corporais direcionadas ao desenvolvimento de habilidades e competências a partir do Judô[1].
 
OBJETIVOS ESPECIFICOS
  • Melhorar as relações entre os praticantes através da luta de forma prazerosa, apresentando e vivenciando elementos da filosofia do judô;
  • Apresentar e ensinar técnicas de Ukemi, Katame Waza e Nage Waza;Orientar aprendizagens relacionadas às saudações e situações de aula (Rei-rô, Tati-waza, Kumi-kata, Kuzushi, Shintai, Tai Sabaki, Uchi kome)
  • Conhecer algumas características da cultura japonesa e dos treinos de Judô;
  • Desenvolver habilidades específicas do judô;
  • Contribuir para a formação cidadã, favorecendo o respeito mutuo e a cooperação.

METODOLOGIA
Para alcançar os objetivos apresentaremos vivências diretamente ligadas aos fundamentos da luta que serão vivenciadas nas aulas seguindo uma concepção de cultura corporal de movimento. Desta forma, consideramos interessante um caminho em que inicialmente valorizaremos a exposição aos estudantes sobre algumas considerações básicas da luta vislumbrando melhor preparação para a construção de uma consciência em prol de cuidados necessários com o próprio corpo e com o corpo do outro. Em seguida realizar vivências que mesclem características próprias do judô com características de outras praticas que os estudantes tenham experimentado. Assim, as vivências têm pretensões diretamente ligadas aos objetivos propostos. 

CONSIDERAÇÕES FINAIS 
Uma aula com características do “caminho suave”, ou melhor, Judô se apresenta envolvida no ambiente escolar quando possui um trato adequado e com intenções pedagógicas. Assim o Judô é um excelente caminho que contempla aprendizagens significativas para a formação da criança em suas diversas fases do crescimento que propicia o desenvolvimento de habilidades motoras, cognitivas, interpessoais e criativas, importantes para a vida do estudante e atingir o objetivo desta proposta.
Vale salientar que o Judô é também uma arte marcial, e não apenas uma atividade física ou um esporte. Portanto, o praticante será capaz de compreender situações de risco e evitá-las com sucesso, e em último caso, saberá corretamente se defender quando necessário.

REFERENCIAS
ALMEIDA, Anne. Ludicidade como instrumento pedagógico. Itabuna. 2009. Disponível em: www.cdof.com.br. Acesso em: 22. Jun. 2009.
ALVES, Marielson Nascimento. Educação Física no Ensino Médio: As questões de gênero a partir da realidade dos estudos do Brasil. Monografia – Faculdade Regional da Bahia – UNIRB, Salvador, 2008.
BAGNO, Marcos. Pesquisa na escola: o que é que se faz. 22. ed. São Paulo: Loyola. 2008. 102 p.
BELTRÃO, Fernanda; RUFFONI, Ricardo. Análise Metodológica na Prática do Judô. Rio de Janeiro. 2005. Disponível em: www.equiperuffoni.com.br. Acesso em: 22. Jun. 2009.
COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do ensino da Educação Física. São Paulo: Cortez, 1992.
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE JUDÔ. Caracterização do Judô. Disponível em: http://cbj.dominiotemporario.com/cbj. Acesso em: 20. fev. 2010.
GROSSO, Francisco. A Ludicidade como estratégia motivacional da aprendizagem de judô para crianças na faixa etária de 4 à 12 anos. Rio de Janeiro. 2000. Disponível em: www.judobrasil.com.br. Acesso em: 22. Jun. 2009.
NEIRA, Marcos Garcia; UVINHA, Ricardo Ricci. Cultura Corporal: Diálogos entre educação física e lazer. Petrópolis, Rj:Vozes, 2009.
SOBREIRA, Jorge. Princípios e historia do judô. Simpósio SESC de Judô. Salvador. 2010.


[1] Esta arte marcial foi criada pelo japonês Jigoro Kano, professor graduado em educação física, com a intenção criar uma filosofia que contemplasse o caminho da suavidade através da luta. 

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Educação Física voltada para o bem-estar dos estudantes


As aulas de Educação Física do professor Marielson Nascimento Alves, do Colégio Estadual Professor Edson Carneiro, ultrapassaram o tradicional. Além da prática esportiva, o educador incentiva os estudantes a fazer uma autoavaliação e reflexão sobre os conteúdos trabalhados nas aulas teóricas e práticas dentro do contexto de uma cultura corporal. Ele permite que os alunos experimentem outras modalidades esportivas, a exemplo do Slackline – esporte que trabalha o equilíbrio e a flexibilidade do corpo, inspirando a todos a refletir e absorver a filosofia do “mente sã, corpo são”.
As aulas de Educação Física do professor Marielson Nascimento Alves, do Colégio Estadual Professor Edson Carneiro, ultrapassaram o tradicional. Além da prática esportiva, o educador incentiva os estudantes a fazer uma autoavaliação e reflexão sobre os conteúdos trabalhados nas aulas teóricas e práticas dentro do contexto de uma cultura corporal. Ele permite que os alunos experimentem outras modalidades esportivas, a exemplo do Slackline – esporte que trabalha o equilíbrio e a flexibilidade do corpo, inspirando a todos a refletir e absorver a filosofia do “mente sã, corpo são”.
O estudante Davi Almeida, 14 anos, da 7ª série, nunca pensou que fosse praticar o esporte Slackline na escola. “Fiquei muito surpreso e contente quando o professor trouxe as fitas para a gente se equilibrar, porque eu só tinha visto as pessoas praticarem pela TV”, contou satisfeito. “Gosto muito do professor Marielson porque ele traz novidades a cada aula”, completa.
Já a sua colega, Alana Brenda Marques, 14, disse que faz questão de participar das aulas de Educação Física pelo fato de o professor promover a integração entre os estudantes. “Ele nos deixa à vontade para praticar qualquer esporte e isso estimula ainda mais a boa relação da turma. No final das atividades, me sinto mais disposta para assistir às aulas das outras disciplinas”, revela.
Professor Marielson explica que a metodologia de ensino adotada por ele visa favorecer a compreensão das realidades da cultura corporal, relacionada com a Educação Física, contribuindo para a quebra de paradigmas. “Faço com que os estudantes vejam a Educação Física como um eixo curricular igual aos outros, com conteúdos diversificados e que podem ser trabalhados de forma contextualizada”.
Para o educador, o aluno se motiva mais porque vê uma diversidade de manifestações corporais que podem ser vivenciadas nas aulas de Educação Física. “Os esportes não se limitam ao futsal, vôlei, handebol e basquete. Ofereço a eles a oportunidade de praticar capoeira, técnicas de judô, expressões rítmicas e outras modalidades para que eles percebam que o nosso corpo reage de forma diferente a cada ritmo”.
A diretora do colégio, Nair Andrade, diz que essa disposição em fazer algo diferente faz de Marielson Alves um professor muito querido e agregador. “Quando ele passa pelo corredor, vários alunos correm empolgados em sua direção para saber quais atividades eles vão participar. É um profissional competente, dedicado e que realmente se preocupa com o bem-estar e o aprendizado dos estudantes”.

Publicado pela Secretaria de Educação da Bahia em 27/10/2015: Especial professor
Apresentado na TV Aratu em 11/11/2015: Proposta Interdisciplinar na Educação Física