sexta-feira, 13 de março de 2015

Educação Física na escola: Realidade de abordagens com o conhecimento

“O conhecimento é abordado como algo que é produzido historicamente pelo homem, a partir da ação transformadora consciente do mesmo, no entanto, contraditoriamente, o conhecimento é tratado (entendido) na escola como algo pronto, perfeito que não se preocupa com o processo de criação do mesmo” (CORTELLA, 2004).

Pensando na citação acima, percebemos que essa é a forma que muitas escolas vêm tratando o conhecimento. A escola é um ambiente em constante construção e o aluno, envolvido neste espaço de propostas curriculares, deverá desenvolver um patamar de amadurecimento que lhe permita compreender as diferentes manifestações corporais, as relações sociais, o respeito às características próprias e dos outros indivíduos da sociedade, adotando atitudes de respeito, dignidade e solidariedade, conhecendo, valorizando, respeitando e desfrutando de conhecimentos, culturas e linguagens. Cabendo ao professor fazer a intermediação dos conhecimentos tratados durante as aulas com, segundo Coletivo de Autores (1992), a leitura da realidade.

Fonte: Phortetv - Educacao-Fisica

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Futismo: Através do jogo aprendendo a criar, refletir e sistematizar

Produção exigida aos estudantes do 1º ano B vespertino em outubro de 2013 como um dos critérios de avaliação das aulas de Educação Física no Colégio Estadual Professor Edison de Sousa Carneiro.

Futismo

Cada jogador deverá fazer e não cometer faltas, ou seja, não quebrar as regras. Todos deverão jogar em equipe e usar a rapidez e raciocínio juntos para vencer o jogo sacando, correndo e, o principal, fazendo gol.


Objetivo:
Fazer gol

Regras:
- Número máximo de jogadores 06 para cada lado;
- A bola poderá ser sacada ou arremessada com os pés e mãos;
- Máximo de toques na bola são 05;
- Bola parada perde 02 pontos;
- Cada equipe deverá ocupar uma parte da quadra
- Passar com a bola da linha que divide os espaços da equipe será marcado 01 ponto para equipe adversária;
- Bola no gol são 03 pontos;
- Para vencer o jogo a equipe deverá alcançar a meta de 18 pontos;
- Se caso houver empate aumenta os pontos pra 20 pontos.


Organização: Os estudantes foram orientados a pensar propostas de jogos que misturem esportes e/ou jogos populares que conhecem e já vivenciaram em algum momento da vida escolar e criar um jogo embrionário para que seja experimentado pela turma.
Estudante que criou o jogo: Larissa Souza
Mediador: Professor Especialista Marielson Alves
Data de apresentação do jogo embrionário: 10/10/2013

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Educação na Bahia esta carente

A educação na Bahia, assim como no resto do Brasil, começou com os jesuítas que por muito tempo ficaram como responsáveis únicos ministrando um ensino totalmente influenciado pela cultura e religião europeia (cristianismo), mas, mais tarde com a reforma Góes Calmon, a educação ganhou a cara da sociedade baiana. Assim, perspectivas foram ampliadas para uma parcela da população.

Na atualidade a educação é compreendida como uma área de extrema importância em diversos âmbitos (sociais, culturais, econômicos, tecnológicos entre outros) entretanto as ações políticas-administrativas em prol do desenvolvimento continuo de educação de qualidade estão lentas em alguns caso e em outros inexistem proporcionando a vivência inicial de colapso social na Bahia e em outros estados brasileiros advindas da pouca atenção pelas pessoas que ocupam cargos de poder. E os reflexos dessa incompetência esta presente nas pesquisas diversas, meios de comunicação, documentários, dados do MEC, dados das secretarias municipais e estaduais e, sobre tudo, no dia a dia do povo brasileiro.


domingo, 30 de março de 2014

Wave Ball: Através do jogo aprendendo a criar, refletir, respeitar e sistematizar

 Produção exigida aos estudantes da 6ª A do turno matutino em março de 2014 como um dos critérios de avaliação das aulas de Educação Física no Centro Educacional Alzemira Borges.

Wave Ball

Objetivo do jogo: Fazer gols

Regras:
1: Será dividida duas equipes;
2: Haverá arbitro e assistente para ajudar na organização e orientação do jogo;
3: Para atacar é necessário passar a bola por no mínimo 4 pessoas da equipe (2 meninos e 2 meninas);
4: Quando o jogador cair com a bola em mãos ninguém poderá tomar a bola dele;
5: Só poderá ficar com a bola em mãos no Maximo 10 segundos, quem estiver deitado ou sentado;
6: Proibido agressões físicas ou verbais;
7: Sugerido cada equipe usar um uniforme que diferencie as equipes;
8: Pessoas que não respeitar as regras ficará 60 segundos fora do jogo;
9: Infligir as regras 3 vezes será expulso do jogo (no caso em que a pessoa ficou 120 segundos fora do jogo);
10: Haverá casos de substituição;
11: Ganha o jogo a equipe que estiver com mais gols;
12: Caso empate terá 3 tiros livres para cada equipe;

Turma que criou o jogo: 6ª A - 2014
Organização: A turma foi orientada a se dividir em 5 equipes para apontar as ideias e regras vivenciadas anteriormente para vivenciar posteriormente.
Mediador: Professor Especialista Marielson Alves
Alunos responsáveis pelo registro digital: Robert Alejandro e Bruno Araujo
Data de conclusão da sistematização: 19/03/2014

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Revolução na sua mente você pode! Você faz!





Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério. O jovem no Brasil nunca é levado a sério. Sempre quis falar nunca tive chance pois tudo que eu queria estava fora do meu alcance. Já faz um tempo mas eu gosto de lembrar. Eu sei como é difícil acreditar, mas essa porra um dia vai mudar e se não mudar, vou tentar de novo, passo a bola e eu jogo o jogo.
Eu vejo na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério. O jovem no Brasil nunca é levado a sério. A polícia diz que já causei muito distúrbio, o repórter quer saber porque eu me drogo e que é que eu uso, eu também senti a dor e disso tudo eu fiz a rima, agora tô por conta pode crer que eu tô no clima.
Protesto de jovens é sinal a alienação será dificultada.
Revolução na sua mente você pode você faz. Quem sabe mesmo é quem sabe mais. Revolução na sua vida você pode você faz. Quem sabe mesmo é quem sabe mais.
"O que eu consigo ver é só um terço do problema, é o Sistema que tem que mudar. Não se pode parar de lutar senão não mudar. A Juventude tem que estar a fim, tem que se unir. O abuso do trabalho infantil, a ignorância. Só faz destruir a esperança. Na TV o que eles falam sobre o jovem não é sério. Deixa ele viver! É o que liga"
Texto de autoria: Charlie Brown Jr. com participação de Negra Li. Adaptações da música: Não é sério.
Todos pela Juventude e a Juventude por todos.
O Jovem brasileiro sempre recebe criticas. Mas o interessante é que a juventude envelhece e começa a criticar a nova juventude. Curioso isso hein!? Importante seria também orientar cada vez mais as juventudes para que essas criticas possam contribuir significativamente para transformações relevantes e para melhorias em prol da formação de um povo brasileiro transbordante de qualidades.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Semelhanças são meras coincidências?




A política do Pão e circo como ficou conhecida, era o modo com o qual os líderes romanos lidavam com a população em geral, para mantê-la fiel à ordem estabelecida e conquistar o seu apoio. Esse termo tem origem no contexto de criticas à falta de informação do povo romano, que não tinha qualquer interesse em assuntos políticos, e só se preocupava com o alimento e o divertimento.
Com a sua gradual expansão, o Império Romano  tornou-se um estado rico e sua capital, Roma, tornou-se o centro de praticamente todos os acontecimentos sociais, políticos e culturais na época de seu auge. Isso fez naturalmente com que a cidade se expandisse, com gente vindo das mais diferentes regiões em busca de uma vida melhor. Pessoas humildes e de poucas condições financeiras iam se acotovelando nas periferias de Roma, em habitações com conforto mínimo, espaço reduzido, de pouco ou nenhum saneamento básico, e que eram exploradas em empregos de muito trabalho braçal e pouco retorno financeiro.
Esses ingredientes, em qualquer sociedade são perfeitos para detonarem revoltas sociais de grandes dimensões. Para evitar isso, os imperadores optaram por uma solução paliativa, que envolvia a distribuição de cereais e a promoção de vários eventos para entreter e distrair o povo dos problemas mais sérios na fundação da sociedade romana.
Assim, nos tempos de crise, em especial no tempo do Império, as autoridades acalmavam o povo com a construção de enormes arenas, nas quais realizavam-se sangrentos espetáculos envolvendo gladiadores, animais ferozes, corridas de bigas, quadrigas, acrobacias, bandas, espetáculos com palhaços, artistas de teatro e corridas de cavalo. Outro costume do império era a distribuição de cereais mensalmente. Basicamente, estes "presentes" ao povo romano garantia que a plebe não morresse de fome e tampouco de aborrecimento. A vantagem de tal prática era que, ao mesmo tempo em que a população ficava contente e apaziguada, a popularidade do imperador entre os mais humildes ficava consolidada.
Autor: Emerson Santiago 

A política de transferências de renda e grandes eventos esportivos é o modo como o qual lideranças brasileira lida com o povo, para mantê-los fiéis com votos nas eleições. Esse contexto é presente em um cenário de conformismo da população, perante aos problemas da política nacional que acontecem há anos,  que se preocupam com a bolsa família e o futebol.
Com seu gradual crescimento econômico, o Brasil ganhou melhor visibilidade no mundo e suas principais capitais (São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador) tornou-se o centro de grandes eventos mundiais. Isso faz naturalmente com as cidades cresçam, com gente vindo das mais diferentes regiões em busca de melhores condições de vida. Pessoas pobres e de poucas oportunidades se apertam nas periferias das metrópoles, em habitações com mínimo de conforto, espaços de riscos, de pouco saneamento básico e que são explorados em empregos que geram muitos problemas físicos e pouca remuneração.
Esses ingredientes, em qualquer sociedade são perfeitos para detonarem revoltas sociais de grandes dimensões. Para evitar isso o governo optam por uma solução paliativa, que envolve a distribuição da bolsa família, a parceria com eventos esportivos e manipulação de programações de emissoras de TV para distrair o povo dos problemas mais sérios na organização social brasileira.
Assim, em tempos de crises em diversas partes do mundo, o governo investe na criação de novos estádios, nos quais acontecem espetáculos envolvendo quase que exclusivamente o futebol e casos especiais outros esportes, músicos e eventos religiosos. Outra ação do governo é transferência mensal de 70 reais para o povo, referente ao Programa Bolsa Família. Basicamente, estas atitudes “em prol” do povo brasileiro garante que a população pobre não fique sem consumir e tampouco se aborreça. A vantagem de tal prática é que, ao mesmo tempo em que a população sente-se com poder de compra e apaziguada, a popularidade do governo entre os mais pobres fica consolidada.

Arena Fonte Nova - Inaugurada em 2013 com um BA-VI - Um dos locais que teve jogos da Copa das Confederações de Futebol e em 2014 sediará alguns jogos da Copa do Mundo de Futebol.

Recentemente, no mês de junho, período que precedeu e durante a copa das confederações aqui no Brasil o povo foi a rua realizar manifestações diversas e apartidária, movimentos esses talvez influenciadas pelas manifestações europeias ou pelo despertar e cansaço de grupos na sociedade diante de grandes problemas envolvendo superfaturamentos e corrupção.
Mas será que teremos retornos significativos favoráveis a diminuição do abismo social existente entre as camadas mais humildes e a alta sociedade? Quando irão valorizar adequadamente setores como a Educação, Saúde e Segurança Pública? E as mega estruturas que estão sendo concluídas, serão aproveitadas de uma forma de traga benefícios sociais ou serão exclusivamente voltados para aumentar valores de contas bancárias daqueles que compõem um grupo minoritário que concentra as riquezas de nosso país e as utilizam como forma de poder?

Chega de Pão e Circo

sábado, 25 de maio de 2013

Discussão desvia do verdadeiro problema



A defesa da redução da maioridade penal também volta a ser apresentada como solução para o fim da violência no país, o que desvia o foco para longe das causas reais do problema.
O que empurra juventude brasileira para o crime é a falta de acesso à educação, emprego, saúde, moradia, saneamento, esporte e cultura. Não será com penas mais duras e com repressão pesada que se resolverá a questão.
O sistema penitenciário brasileiro não recupera ninguém. Pelo contrário, a cadeia é uma autêntica universidade do crime. Os presídios brasileiros estão superlotados, deteriorados, sem as mínimas condições humanas de funcionamento. Segundo dados do Conselho Nacional de Justiça, o Brasil tem mais de 527 mil presos e um déficit de mais de 183 mil vagas. A redução da maioridade penal aumentaria ainda mais esse caos.
Longe de ser neutra, a justiça está do lado da burguesia e é mais um instrumento de dominação de uma classe sobre outra. Em abril de 1997, jovens de classe média alta de Brasília, entre eles um menor de 18 anos atearam fogo e mataram o líder indígena Galdino Jesus dos Santos, achavam “que era um mendigo”. À ocasião A burguesia não houve alarde para reduzir a maioridade penal. A redução da idade penal servirá apenas para encarcerar em massa a juventude pobre, em especial os jovens negros!
A questão central é a necessidade de políticas públicas para fechar a porta do crime, aberta pela ausência de perspectivas a está jogada a juventude filha das classes trabalhadoras.

Disponível em: Juventude Revolução