quinta-feira, 19 de maio de 2016

Liga Edison Carneiro 2016



Em 2015 a disputa foi acirrada e agora em 2016 a promessa de haver uma competição mais difícil. Assim, estamos dando inicio a Liga Edison Carneiro 2016 do Game Fantasy Cartola FC.

VAMOS LÁ!

Monte seu time e entre na liga! 



CAMPEÃO DA LIGA EDISON CARNEIRO 2015
TIME: Godizila FC
ESTUDANTE: Jadson Leite


CAMPEÃO DO 1º TURNO DE 2015
NÃO ESQUEÇA DE ENTRAR NA LIGA EDISON CARNEIRO 2016.


domingo, 8 de maio de 2016

Colégio Edison Carneiro marca presença na Copa Internacional de Judô 2016

Estudantes da turma de iniciação ao judô no Colégio Estadual Professor Edison de Sousa Carneiro, localizado no bairro de São Caetano (SSA/BA) foram prestigiar a primeira Copa Internacional de Seleções. A copa reuniu potências do judô mundial em Lauro de Freitas (BA) no Centro Pan-americano de Judô. A Competição começou sexta-feira (06 de maio de 2016) e teve seleções Sub 21 de oito países. Entre eles o Japão, campeão mundial júnior por equipes em 2015, que repetiu o feito ganhando a seleção da Rússia em uma disputa apertada na final. A seleção Brasileira perdeu para seleção Russa nas semi-finais e ganhou da seleção Inglesa na disputa de terceiro colocado.

GALERIA DE FOTOS:















segunda-feira, 2 de maio de 2016

Letrando para a Cidadania nas aulas de Educação Física

O presente trabalho foi apresentado no IV Encontro de Educação Para a diversidade na Escola Municipal Vida Nova organizado pela Faculdade Maurício de Nassau em Lauro de Freitas nos dias 27 e 28 de fevereiro de 2016. 

Trata do plano de ação desenvolvido durante o ano letivo de 2015 na Escola Municipal Engenheiro Gilberto Pires Marinho, tendo como público alvo o primeiro ciclo do ensino fundamental. Com a associação entre o presente e continuo processo de letramento e formação para a cidadania e a oportunização de diversificadas manifestações da cultura corporal direcionado a constituição de movimentos e linguagens em Educação Física.

Justificada pela compreensão de que a comunidade escolar é um espaço em que estudantes e professores podem conviver com diferentes conteúdos, com variadas formas de veículos de expressão cultural, com gêneros textuais distintos e em situações comunicativas distintas. E em paralelo ao processo de Letramento que, segundo Ribeiro (2005), é ampliado, na dimensão educacional, para varias áreas de conhecimento e serve de eixo articulador para todo currículo da educação básica centralizado na relação entre a cultura escolar e a cultura social. Contexto em que a Educação Física, com suas especificidades, apresenta papel fundamental nesse processo.

Com a compreensão da realidade escolar, ou na tentativa de compreender essa realidade, as estratégias utilizadas durante o ano letivo foram: O desenvolvimento de aulas que proporcionou a participação ativa dos alunos, valorizando a vivência em jogos, brincadeiras e alguns fundamentos básicos de formas diversas de praticas corporais em sentido ampliado, mantendo presente a expressão corporal, o desenvolvimento de habilidades psicomotoras, manifestações oriundas da cultura indígena e afro-brasileira e atitudes inclusivas.

Assim, levando em consideração as vivências nas aulas de educação física, os registros de imagens feitos em aula e a verificação de melhorias nos aspectos comportamental, motor, afetivo e cognitivo foi observado avanços relacionados à ampliação da cultura corporal de movimento de linguagem com significativas contribuições para o desenvolvimento do letramento e da formação para a cidadania e para a valorização da diversidade cultural do Brasil.

domingo, 10 de abril de 2016

Aspectos do Desenvolvimento Infantil

O ser humano é um ser todo, único, integrado e global. Porém para efeito de estudo, seu desenvolvimento é dividido em áreas ou aspectos. O corpo, a mente e a afetividade são interligados, o que a pessoa faz envolve-a como um todo e influi no seu ser. Segue quatro aspectos do desenvolvimento humano:

Físico – motora
Disciplina: Educação Física
Conteúdo: Ginástica
Vivência: Slike line
 

Mental
Disciplina: Educação Física
Conteúdo: Ginástica
Vivência: Revesamento
Emocional

Disciplina: Educação Física
Conteúdo: Ginástica
Vivência: Ginástica acrobática












Social
Disciplina: Educação Física
Conteúdo: Esporte
Vivência: Rede humana






Nesse contexto a educação Psicomotora se apresenta como auxilio à criança frente às dificuldade e à superação das mesmas, proporcionando condições mínimas de bom desempenho acadêmico ao educando. Podendo ser:

Preventiva: Quando oferece condições à criança de desenvolver-se melhor em seu ambiente.

Reeducativa: Quando trata indivíduos que apresentam desde o mais leve atraso motor até problemas mais sérios. Podendo ser atribuídas a diferentes causas: Orgânicas, psicológicas, pedagógicas e sócio-culturais.

Grandes Mestres da Educação Básica na Bahia: Valda França

Valda nasceu num pequeno povoado de Piritiba. Sem nenhuma escola por perto, ela só sabia contar dinheiro e ver as horas, para ajudar o pai. Quando tinha sete anos, uma beata passou por lá com um panfleto da igreja e atiçou a menina para que estudasse. Ela passou a ir até a cidade e a frequentar uma banca onde aprendeu a contar, a copiar o nome, a ler e a escrever. Não largou mais os livros.
Aos 15 anos, Valda veio para Salvador para trabalhar como cuidadora de idosos. Foi também caixa, costureira e ajudante de hospital até se formar professora, atividade que exerce há 20 anos. Entre uma aula e outra, ela ainda virou atriz. Já participou de alguns espetáculos e participou do filme Irmã Dulce.
Pós-graduada em história da África, Valda reverencia a história do seu povo na maneira como se veste e também na postura em sala de aula. Adora falar sobre negritude e não se intimida nem quando o tema é religião. “Já houve casos de cartazes serem retirados, mas hoje ninguém mais faz isso. Na minha sala, não existe mais problema de discriminação racial. Com os adultos, às vezes, é que é mais difícil”.
Festejos juninos na Escola Municipal Engenheiro Gilberto Pires Marinho em 2015.
Assim, Valda França com suas inúmeras vivencias se destaca, também, no âmbito educacional. Professora da rede municipal de ensino de Salvador há oito anos que antes percorria comunidades para trazer de volta para a sala de aula alunos que tinham desistido da escola, num projeto do Ministério da Educação em parceria com o Sesi (Serviço Social da Indústria). Para combater o analfabetismo e a evasão, fazia peças de teatro e lia histórias. Acaba levando parte dessa experiência para seu trabalho na rede educacional de Salvador, onde dá aulas para crianças do 1o ao 5o ano da Escola Engenheiro Gilberto Pires Marinho localizada na Boa Vista do Lobato (bairro periférico de Salvador) com a preocupação constante de buscar estratégias que visam a aproximação com as famílias de seus educandos para minimizar esses problemas percebidos quando algum deles começa a faltar ou a ir mal nos estudos.

Turma do 2º ano A do Ensino Fundamental I em 2015 na Escola Municipal Engenheiro Gilberto Pires Marinho que tem como como professora regente Valda França. 
Além das aulas regulares, ela também levou para a escola o projeto “Hoje menina, amanhã mulher”, do Fundo Municipal para o Desenvolvimento Humano e Inclusão Educacional de Mulheres Afrodescendentes (FIEMA). Aos sábados, reúne a comunidade numa aula de cidadania para falar sobre empoderamento das meninas e mulheres negras, além de ensinar dança popular.
Valda Atuando no Teatro.
Valda participando da aula de Educação Física.










Adaptado: Publicado em 26 de novembro de 2015. Disponivel em: Boletim Nossa Rede: Professora, Ativista e Artista.

terça-feira, 29 de março de 2016

Educação Física no primeiro ciclo do ensino fundamental: realidades e possibilidades.

Este trabalho trata de um plano de ação em Educação Física desenvolvido em 2015 na Escola Municipal Engenheiro Gilberto Pires Marinho localizada em Salvador (BA) e teve como público alvo estudantes do primeiro ciclo do ensino fundamental do turno matutino. Com direcionamentos para associações entre o presente e contínuo processo de formação para a cidadania e vivências de diversificadas manifestações da cultura corporal de movimentos foram levado em consideração o contexto que os estudantes estão inseridos, os conteúdos da Educação Física e as possibilidades de relações com temas transversais. Assim, partindo de uma avaliação diagnóstica e de registros diários durante o período inicial do ano letivo foram identificados questões voltadas para aspectos sociais, estruturais e corporais. E ao final desse período observamos avanços significativos fruto de ações contextualizadas e aliadas às propostas planejadas para as aulas de Educação Física.

Publicado em Março de 2016. Disponível em: Educação Física no primeiro ciclo do ensino fundamental: realidades e possibilidades na Escola Municipal Engenheiro Gilberto Pires Marinho.

domingo, 14 de fevereiro de 2016

JOGOS, BRINCADEIRAS E RECREAÇÃO: Letrando com ludicidade.

INTRODUÇÃO
As vivências no curso de Alfabetização e Letramento com a disciplina Praticas de Jogos e Recreação tem a intenção de aumentar o estimulo e reflexão acerca da importância do lúdico na construção do processo de ensino e aprendizagem na educação, que é de suma importância para todos os pedagogos, professores, comunidade, escola e familiares que tenham a intenção de educar. Assim,  com um encontro dinâmico e contextualizado, o professor Marielson Alves, visando a valorização do resgate de experiências, da criatividade e do espírito de liderança para compreender o que for trabalhado nesse encontro, afim de, identificar a importância de conhecermos ou reconhecermos os jogos, brincadeiras e recreação na sociedade. Levando em consideração que são elementos da cultura corporal de movimento e linguagem e fazem parte da construção social e cultural da humanidade.

LÚDICO
O lúdico é uma manifestação cultural que permeia várias dimensões da vida humana, assim, vários autores já investigaram o fenômeno lúdico a fim de compreender suas características e significados e ao mesmo tempo, buscar um conceito que pudesse melhor exprimi-lo.
Umas das principais referências para este estudo é Huizinga (2000), que identifica o lúdico em diferentes esferas da vida social e é parte integrante da vida em geral, possui um caráter desinteressado, gratuito e provoca evasão do real. Já Bruhns (1993) concebe a atividade lúdica como pratica real das relações sociais, como produto coletivo da vida humana, podendo se manifestar no jogo, no brinquedo e na brincadeira, desde que possua características como desinteresse, seriedade, prazer, organização, espontaneidade. Sendo fundamental a dimensão corporal. Oliveira (1984) complementa que o lúdico no brinquedo enquanto exercício individual carregado de emoções, densidade, enigmas e significados, algo que provoca o imaginário e a sensibilidade da criança, fornecendo-lhe subsídios para a sua inserção na realidade.
Alguns autores consideram como fenômeno restrito a uma fase da vida, a infância, quando o jogo, o brinquedo e a brincadeira ainda funcionam como elos mediadores da criança com o mundo. Operando-se um reducionismo que desconsidera o lúdico em sua constituição social, histórica e cultural. O lúdico não se vincula exclusivamente a cultura infantil, embora, paradoxalmente, até mesmo das crianças tem sido “roubado”. Marcellino (1997) identificou essa problemática ao analisar as relações entre lazer, escola e processo educativo.
Infelizmente com a realidade de exclusão, marginalidade e desigualdade social historicamente construída um nosso país muitas crianças são privadas de vivenciar a cultura lúdica em troca de sua “inclusão precoce e criminosa no mercado de trabalho”. No caso das grandes cidades a manifestação do lúdico tem sido cada vez mais controlada e confinada a determinado tempos, espaços e praticas. Sofrendo influencias de meios de comunicação, do contexto da comunidade ou da lógica de mercado.

JOGOS
Alguns autores como João Batista Freire, admitem que o ser humano é lúdico, portanto o jogo seria inerente à sua existência. Não é a toa que o jogo é considerado um patrimônio da humanidade. Eles são muito parecidos com as brincadeiras que fazemos desde crianças, mas têm regras próprias que devem ser respeitados para que eles possam ocorrer, havendo a possibilidade de altera-las sempre que necessário afim de, tornar a vivência mais divertida.
Nos Parâmetros Curriculares de Educação Física a palavra jogo é representa por uma infinidade de significados de acordo com o contexto. Permitindo uma flexibilidade de regulamentações que o esporte não admite, os jogos podem compreender diferentes espaços, materiais, tempo, número de participantes, podendo ainda se manifestar nas formas competitiva, cooperativa ou recreativa. Assim, podemos incluir entre os jogos e brincadeiras populares, os jogos de salão, de tabuleiro, grande jogos (queimada, pique-bandeira), jogos de construção, jogos de faz de conta, jogos de imitação e as brincadeiras infantis de maneira geral.
O Jogo é entendido como um instrumento do lúdico. No caso da tipificação devemos considerar as dimensões de “forma do jogo” e “modo de jogar” para favorecer uma análise critica e criativa da atividade lúdica que seja desenvolvida nas aulas.

BRINCADEIRA
Para Barreto (1998), brincadeira é a atividade lúdica livre, separada, incerta, improdutiva, governada por regras e caracterizada pelo faz de conta. É uma atividade bastante consciente, mas fora da vida rotineira e não séria, que absorve a pessoa intensamente. Sá (2005) indica que brincar é algo intrínseco à vida de toda criança, um processo que vai se desenrolando em seu curso, no tempo e no espaço, e no qual estão contidos aspectos físicos, emocionais e mentais, de forma individualizada ou combinada. E Debortoli (1999) complementa que brincar, brincadeira e gesto lúdico devem ser entendidos como “dimensão da construção da linguagem humana, ou seja, como possibilidade de expressão, representação, significação, ressignificação e reinterpretação da e na cultura”.

BRINQUEDO
O brinquedo é o instrumento do brincar, geralmente introduzido na cultura da criança pela mão do adulto. Kishimoto(1998) acredita que o brinquedo estimula a inteligência, fazendo com que a criança solte sua imaginação e desenvolva a criatividade. O brinquedo diminui o sentimento de impotência da criança, pois, ao manipulá-lo, ela cria situações novas, reconhece outras, compara, experimentam, desenvolve sua imaginação e habilidades.
Para tanto o brinquedo é o suporte do jogo e da brincadeira, é o objeto que desperta a curiosidade, exercita a inteligência, permite a invenção e a imaginação e possibilita que a criança descubra suas próprias capacidades de apreensão da realidade. Ele permite, pois, à criança, testar situações da vida real ao seu nível de compreensão, sem riscos e com controle próprio.
Vocês já confeccionaram seus brinquedos? 

RECREAÇÃO
Compreender a recreação em seu desenvolvimento histórico e cultural é reconhecer o próprio percurso da educação física, uma vez que, no Brasil, o incremento de praticas recreativas foi responsável pela criação dos cursos de formação profissional em Educação Física (Wernerck, 2000). Talvez, por isso, seja ela uma das atividades mais reconhecidas no campo, embora também uma das mais polêmicas e confusas.
A recreação esta intimamente relacionada à historia da educação, da escola e do ensino público primário.  Sua ocorrência pôde ser observada ao longo de todo o século XIX.
A recreação aparece como importante instrumento pedagógico, cuja orientação era disciplinar o corpo no sentido de que, no tempo livre, não se flexibilizasse com a preguiça. Ela se configura como estratégia de controle dos tempos, espaços e praticas realizadas na escola.
Recreação foi um importante recursos para disciplinar a educação infantil em um primeiro momento. Posteriormente ela para ser uma atividade de responsável pela formação moral e cívica de jovens e adultos influenciadas por ideias de uma escola renovada.
A escola nova, como ficou conhecida, proclama a reformulação dos métodos de aprendizagem, renovando a importância do jogo e da ginástica como componentes fundamentais da formação da personalidade, da civilidade, da disciplina e da liberdade, valores fundamentais para uma sociedade em mudança. Sendo assim, tanto para jovens como para adultos, os exercícios corporais e a recreação organizada desempenhavam um papel moralizador e cívico.
Sussekind, Marinho e Góes (1952), a melhoria do nível educacional do trabalhador, sua maior integração social, seu equilíbrio biológico são os três grandes objetivo da recreação.
Medeiros (1975) o que caracteriza as atividades de recreação é a atitude ou disposição mental do executante “marcadas sempre pela livre escolha da pessoa que com elas preenche as suas horas vagas, visando unicamente à alegria intrínseca a tais ocupações”
Atualmente a recreação tem sido um elemento estudado e entendido predominantemente como um composto do lazer.
Para Toseti apud Gonçalves (1997, p.14) A recreação é muito importante para o ser humano não só para a criança. Todos nos precisamos dos nossos momentos de lazer. Portanto as atividades recreativas devem ser espontâneas, criativas e que nos traga prazer. Devem ser praticadas de maneira espontânea, diminuindo as tensões e preocupações. 

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Observando os diferentes contextos socioculturais, tudo leva a crer que cultura lúdica integrante da construção de saberes, das formas de sociabilidade, mas manifestações festivas advém não da recreação, mas  dos jogos e brincadeiras que são expressões de desejos e necessidades humanas.
Através dos jogos, brinquedo e brincadeira, desenvolve-se a criatividade, a capacidade de tomar decisões e ajuda no desenvolvimento motor da criança, além destas razões, tornam as aulas mais atraentes para os alunos, são a partir de situações de descontração que o professor poderá desenvolver diversos conteúdos, gerando uma integração entre as matérias curriculares.
Os espaços lúdicos são ambientes férteis para a aprendizagem e o desenvolvimento, principalmente da socialização. 

PROPOSTAS DE VIVÊNCIAS
  • A partir da visualização e breve análise dos quadros a seguir é possível identificar com os educandos quais jogos e brincadeiras eles reconhecem. Tendo como elemento motivador as obras artísticas e o reconhecimento das crianças acerca dos jogos e brincadeiras, existe a possibilidade de vivenciar e registar cada uma das manifestações da cultura corporal dos educandos. Assim, além de estar contribuindo para a formação social e psicomotora dos alunos estarão fazendo um comparativo entre realidades históricas diferentes e preservando, através dos registros, este patrimônio da humanidade: Os jogos e Brincadeiras.

Quadro de Ivan Cruz “Várias brincadeiras II” – 2006.
Quandro de Pieter Brughel que mostra 84 jogos infantis de 1560.
  • Você já construiu seus brinquedos? Outra possibilidade de vivência é a construção de brinquedo. Apresentaremos algumas possibilidades:
Bilboquê (Tesoura, Papel, cordão, fita adesiva e garrafa pet)
Boliche (10 garrafas pet, papel amassado e fita adesiva)
Bolinha na garrafa (Tesoura, Fita adesiva, garrafa pet e bolinhas de gude)
Vai vem (Tesoura, corda, fita adesiva e 6 garrafas pet)
Cai não cai (Garrafa pet, palitos, bolinhas de gude, estilete)
Peteca de jornal (jornal e fitilho)
  • Criar de jogo ou brincadeira também pode ser uma vivência enriquecedora para crianças e adolescentes, pois estão desenvolvendo diversas habilidades que serão importantes para seu desenvolvimento biopsicosocial. Um recurso motivador para criar jogos e brincadeiras é usar o jogo embrionário. Esse tipo de jogo consiste em apresentar aos educandos, num determinado espaço, algumas regras (na maioria dos casos o uso de um recurso material ajuda ampliar a criatividade dos envolvidos) e a partir da vivência os envolvidos ajudarão a incluir outras regras em prol de tornar o jogo ou brincadeira mais justo e mais divertido. Vale salientar que é de fundamental importância a mediação do professor para que ajudar os alunos no processo de construção do jogo ou brincadeira, pois a possibilidade de conflitos entre os educados é grande pelo fato que vários querem por suas ideias no jogo em pratica. Caberão todos decidirem quais as sugestões podem tornar a vivência mais justa e divertida. Após essa discussão é importante dar continuidade na vivência afim de verificar se as sugestões foram aceitas positivamente. Assim, esse processo pode durar algumas aulas e quando o professor verificar que houve, acentuadamente, a diminuição de conflitos na vivência é o momento de dar o nome ao jogo ou brincadeira. Segue abaixo uma ficha de registro, uma adaptação da proposta sugerida pelo professor Alan de Aquino Rocha (Atualmente professor da UESB), que pode auxiliar no registro do jogo embrionário.
  • Pensando na Lei nº 11.645, de 10 março de 2008 que faz referencia a inclusão no currículo oficial da rede de ensino a temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena” sugerimos como vivência os seguintes jogos e brincadeiras: Cultura Indígena: Jurê, luta de galo, disputa de pião e arranca mandioca. Cultura Afro-Brasileira: Chicotinho queimado, capitão do mato, pula corda e elástico. 





SUGESTÃO DE REFERENCIAS PARA APROFUNDAMENTOS DE ESTUDO
MEDEIROS, E. B. O lazer no planejamento urbano. 1975
SUSSEKIND, A.; MARINHO, I. P.; GOÉS, O. Manual de recreação: orientação do lazeres do trabalhador. 1952.
WERNECK, C. L. G. Recreação e lazer: apontamentos históricos no contexto da Educação Física. 2000.
HUIZINGA, J (1971). Homo ludens: o jogo como elemento da cultura
BRACHT, V. Educação física escolar e lazer In: WERNECK, C. L. (Org.). Lazer, recreação e educação física. 2003.
BRUHNS, H.T. O corpo parceiro e o corpo adversário. 1993
DEBORTOLI, J. A. O. Com olhos de criança: a ludicidade como dimensão fundamental da construção da linguagem e da formação humana. Revista licere. 1999
MARCELLINO, N. C. Pedagogia da animação. 1997
OLIVEIRA, P. de S. O que é brinquedo. 1984
VIGOTSKI, L. S. A formação da mente. 2000