sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Cinestesia e Educação: Movimentos Corporais na Educação.


No periodo de 7 a 9 de novembro de 2018 aconteceu no Departamento de Educação - Campus I da Universidade do Estado Bahia - a V Jornada Pedagógica e I Jornada Pedagógica Internacional e nesse evento o Facilitador Marielson Alves realizou um minicurso com a seguinte temática: Cinestesia e Educação: Movimentos Corporais na Educação.

Neste minicurso foi abordado algumas considerações sobre as inteligências múltiplas e as especificidades referente à Cinestesia na Educação, alem de haver vivências que mobilizaram elementos da cultura corporal da turma.

Com a itenção de ampliar o conhecimento acerca das contribuições da inteligência corporal cinestésica para a educação, vivenciar possibilidades de movimentos corporais e estimular a reflexão sobre a importância das manifestações corporais na educação foram apresentadas algumas bases teóricas, um teste para traçar o perfil de inteligência das participantes do minicurso e mobilizações corporais (Caça ao tesouro com o mapa do campus I da UNEB, circuito de movimentos, atividades cooperativas e competitivas com música, dinâmica do re-conhecendo).

Como fundamentação teórica podemos destacar o conceito de Inteligência apresentado por:

Gardner (1994): “Uma inteligência implica na capacidade de resolver problemas ou elaborar produtos que são importantes num determinado ambiente ou comunidade cultural. A capacidade de resolver problemas permite à pessoa abordar uma situação em que um objetivo deva ser atingido e localizar a rota adequada para esse objetivo. A criação de um produto cultural é crucial nessa função, na medida em que captura e transmite o conhecimento ou expressa as opiniões ou os sentimentos da pessoa“ 

Gardner (2000): “Agora conceituo inteligência como um potencial biopsicológico para processar informações que pode ser ativado num cenário cultural para solucionar problemas ou criar produtos que sejam valorizados numa cultura” 

Gardner trouxe sua contribuição da psicologia cognitiva para a educação, por meio de sua Teoria das Múltiplas Inteligências (1994), alargando o entendimento sobre o conceito de inteligência, relacionando-o com os estudos da neurociência e declarando o conhecimento de sete (7), atualmente oito (8), inteligências.

1- LINGUISTICA
2- VISUAL ESPACIAL
3- LÓGICO MATEMÁTICA
4- CORPORAL CINESTÉSICA
5- MUSICAL
6- INTERPESSOAL
7- INTRAPESSOAL
8- NATURALISTA

Focando a proposta do minicurso destacamos o conceito da inteligência Corporal-cinestésica que é a capacidade de usar o próprio corpo de maneiras altamente diferenciadas e hábeis para expressar uma emoção, jogar um jogo ou criar um novo produto, ou seja, é a capacidade de controlar os movimentos do próprio corpo e manusear objetos com habilidade. Os fundamentos biológicos dessa inteligência são complexos, incluem coordenação entre sistemas neurais, musculares e perceptuais. Gardner afirma que o desenvolvimento desta inteligência avança de reflexos iniciais para atividades cada vez mais intencionais.

Assim, para que haja um trabalho qualificado no ambinto educacional, considerando a inteligência corporal cinestésica, é importante a diversificação das oportunidades manifestações da cultura corporal na escola para a criança tenha possibilidades de estímulos ao seu desenvolvimento corporal. Isso consciente de que o contexto social e cultural também irá apresentar influencias nas aprendizagens.

Turma que deu show nas vivencias do minicurso: Cinestesia e Educação 2018 

REFERÊNCIAS
ANTUNES,Celso. Inteligências múltiplas e seus jogos: Inteligência cinestésico-corporal. Vol. 2. Petrópolis, RJ: Vozes, 2006.
COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do ensino da Educação Física. São Paulo: Cortez, 1992.
DE SOUZA, Mauricio Teodoro. A inteligência corporal cinestesica como manifestação da inteligência humana no comportamento de crianças. Disponível em: http://repositorio.unicamp.br. Acesso em: 02. set. 2018.
GARDNER, Howard. Estruturas da mente: A Teoria das Múltiplas Inteligências. Porto Alegre: Artes Médicas, c1994. Publicado originalmente em inglês com o título: The frams of the mind: the Theory of Multiple Intelligences, em 1983.

domingo, 26 de agosto de 2018

Copa do Mundo da Escola Municipal Assistência Social São José 2018

Representando o conteúdo Esporte e as modalidades Futebol e Futsal, com um total de 115 jogos, 466 gols, 4 equipes campeãs, 60 medalhistas e incontáveis manifestações de alegria e aprendizado foi realizado no ano letivo de 2018 a Copa do Mundo da Escola Municipal Assistência Social São José envolvendo estudantes dos turnos matutino e vespertino do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental e a turma do Acelera.


PROGRAMAÇÃO DA COPA DO MUNDO DA ESCOLA MUNICIPAL ASSISTÊNCIA SOCIAL SÃO JOSÉ 2018

11 a 15 de junho
Formação de equipes e sorteio das seleções a serem representadas no final das aulas de educação física.

03 a 13 de julho
Orientações sobre o regulamento do evento e aulas de iniciação esportiva direcionada aos fundamentos básicos do futsal.

16 a 20 de julho
Jogos amistosos e inicio da fase de grupos da Copa do Mundo Assistência Social São José. Observação: Esses jogos foram entre os estudantes da mesma turma durante as aulas de Educação física.

23 a 27 de julho
Conclusão da fase de grupos e inicio das oitavas e quartas de final (alguns alunos serão convidados para o jogo em horário diferente da aula de educação física, porque haverão jogos entre equipes de turmas diferentes).

30 e 31 de julho e 1 e 2 de agosto
Restante das quartas de finais e Semifinais. Entrega de Oficio à direção do Colégio Estadual Luiz Pinto de Carvalho para usar o quadra. E encaminhamento do convite aos estudantes classificados para as semifinais para realizar jogos amistosos entre os grupos do matutino e vespertino na quadra do Colégio Estadual Luís Pinto de Carvalho às 9h ate 11h do dia 6 de agosto.

6 de agosto
Jogo amistoso entre os grupos do matutino e vespertino na quadra do Colégio Estadual Luis Pinto de Carvalho às 8h até 11h.

7 de agosto
Finais na Escola Municipal Assistência Social São José Com a participação de todos os estudantes do turno, assistindo e torcendo para as equipes finalistas. E premiação dos finalistas com medalhas de ouro para os 4 primeiros colocados do primeiro 1º ciclo (1º ao 3º ano) e medalhas aos três primeiros colocados do segundo ciclo (4º e 5º ano, incluindo a turma do Acelera).

REGULAMENTO GERAL DA COPA ASSISTÊNCIA SOCIAL SÃO JOSÉ 2018
Acontecerão duas copas do mundo simultaneamente nos turnos matutino e vespertino com o intuito de contemplar as fases de desenvolvimento e aprendizagem da criança. Desta forma teremos a Copa do Ciclo 01 e Copa do Ciclo 02 (incluindo a turma do acelera).
Será utilizada a tabela oficial da Copa do mundo FIFA como referencia para o critério de formação de grupos para os jogos. Após a organização das equipes serão fixadas nas salas as tabelas da copa com seus respectivos jogos da fase de grupos. E a partir das oitavas de finais o professor responsável fará o controle com a tabela oficial do evento.

Pontuação dos Jogos na fase de grupos
Vitória: 3 pontos
Empate: 2 pontos
Derrota: 1 ponto
Bônus: 1 ponto para equipe completa na hora do jogo.

Regras Gerais
·    Cada equipe deverá ter 4 integrantes (1 deverá ser goleiro) para participação dos jogos, podendo haver reservas (Caso falte alguém a equipe jogará faltando integrante);
·   Tempo de jogo na fase de grupo será de 7 minutos e na fase seguinte será de 8 minutos;
·     Haverá cartões: Amarelo (advertência), Azul (2 minutos fora do jogo) e Vermelho (fora de um jogo), em caso de empate na pontuação da fase de grupos o critério usado para desempate será o disciplinar;
·      O jogo será iniciado e concluído com o apito do juiz;
·      Não haverá escanteio;
·   Jogar a bola para a lateral a equipe perde a posse de bola (a cobrança do lateral deverá ser com a bola em cima da linha);
·   Caso algum integrante da equipe jogar a bola por cima do muro da escola e a bola cair na rua automaticamente a equipe perde o jogo; 
·    Para as traves serão usadas contes e cabos de vassoura;
·    Só serão validados os gols em que a bola for rasteira ou meia altura;
·    Não será permitido jogar descalço;
·    Durante o jogo não poderá mudar o goleiro;
·    Equipes classificadas para as oitavas de final e quartas de final só poderão participar dos seus jogos fora do horário da aula de educação física se o professor de educação física convocar e se a professora regente autorizar sua liberação (caso não tenha realizado as atividades orientadas pela professora regente ou estiver com comportamento inadequado o aluno poderá ser impedido de realizar o jogo para qual foi convocado);
·   Outras regras necessárias o professor ou a coordenação escolar poderá incluir durante o evento.


Alguns registros fotográficos da Copa do Mundo Assistência Social São José 2018

Apresentação das equipes finalistas do turno matutino.

        
Momento solene com o canto do Hino Nacional.



Momento solene com o grupo do turno vespertino.
Final do 2º ciclo vespertino da Copa do Mundo Assistência Social São José.


             

Equipe terceira colocada do 1º ciclo vespertino da Copa do Mundo Assistência Social São José.


Torcida do grupo Matutino na Copa do Mundo Assistência Social São José.


Finalistas do 1º Ciclo Matutino da Copa do Mundo Assistência Social São José com suas respectivas professoras Barbara, Alane e Aline e o professor de Educação Física Marielson.
Finalistas do 2º Ciclo matutino da Copa do Mundo Assistência Social São José com suas respectivas professoras Luciana e Patricia, professora de Artes Cristiane e o professor de Educação Física Marielson.


Jogos amistosos dos alunos da Escola Municipal Assistência Social São José na quadra do Colégio Estadual Luiz Pinto de Carvalho.
       

      



RESULTADO FINAL DA COPA DO MUNDO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL SÃO JOSÉ 2018

Primeiro Ciclo de Aprendizagem (matutino)

Campeão: Costa Rica (3º ano A)

Vice campeão: Rússia (1º ano A)
3º colocado: Austrália (2º ano A)
4º colocado: Islandia (2º ano A)

Primeiro Ciclo de Aprendizagem (vespertino)

Campeão: Inglaterra (3º ano B)

Vice campeão: Islandia (2º ano B)
3º colocado: Coreia do Sul (3º ano B)
4º colocado: Irã (1º ano B)

Segundo Ciclo de Aprendizagem (matutino)

Campeão: Marrocos (Turma Acelera)
Vice campeão: Dinamarca (4º ano A)
3º colocado: Senegal (5º ano A)
4º colocado: Belgica (5º ano A)

Segundo Ciclo de Aprendizagem (vespertino)

Campeão: Colombia (5º ano B)
Vice campeão: Plonia (5º ano B)
3º colocado: Senegal (5º ano B)
4º colocado: Dinamarca (4º ano B)

Agradecimentos especiais!

À Direção da Escola Municipal Assistência Social São José pelo suporte e orientações;
À direção do Colégio Estadual Luiz Pinto de Carvalho pelo apoio ao projeto;
Às professoras pela colaboração;
À Coordenação pela parceria;
Ao pessoal apoio e merenda pelo suporte;
A todos alunos e alunas que só abrilhantaram o evento.

domingo, 12 de agosto de 2018

Projeto CAJAVERDE no Ginásio de Cajazeiras: Visita da equipe de basquete feminino do Colégio Edson Carneiro

Nos dias 13 de julho e 10 de agosto de 2018 a maioria das integrantes da equipe de basquete feminino do Colégio Estadual Professor Edson Carneiro, acompanhado pelo professor Marielson Alves, participou das aulas de iniciação ao basquete no Ginásio de Cajazeiras com o acompanhamento do Coordenador esportivo do Projeto CajaVerde Marcos Bispo e orientações técnicas do professor Ivan Justino.

         


     


A integração entre os alunos do projeto CajaVerde e as 15 meninas do Colégio Edson Carneiro foi um sucesso, pois, em um clima amistoso e divertido, aprenderam muito sobre o basquete e determinação para alcançar seus sonhos.



Professor Ivan Justino na preparação do grupo para a realização do coletivo.

Apoiadores do projeto de Basquete feminino desenvolvido no Colégio Estadual Professor Edson Carneiro.
            





segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Basquete Feminino na Bahia: Recortes do panorâma histórico

APRESENTAÇÃO
Orientado pelo Professor Marielson Alves e pesquisado pela integrante da Equipe Girls Evolutions Lisa Coelho esse trabalho foi desenvolvido para estimular integrantes da equipe de Basquete Feminino Girls Evolution, do Colégio Estadual Professor Edison Carneiro, conhecerem sobre a história, dificuldades e conquistas do basquete feminino da Bahia.
Pós jogo da Liga do Nordeste 2018 com um passeio no Porto da Barra com a Equipe de Basquete Feminino sub 16 do Colégio Estadual Professor Edison Carneiro (Salvador-BA).
 BREVE HISTÓRICO
O basquete foi criado em 1891, pelo professor canadense James Naismith. O objetivo inicial foi entreter os alunos da Springfield College, Colégio Internacional da Associação Cristã de Moços, durante o rigoroso inverno de Massachussets, nos Estados Unidos. De acordo com história contada pela Confederação Brasileira de Basketball, a missão confiada ao docente foi pensar em algum tipo de jogo, sem violência, que estimulasse os alunos durante a estação fria, mas também pudesse ser praticado no verão.
Dessa forma James Naismith começou a pensar em qual tipo de atividade realizaria com os estudantes. Logo, escreveu 13 regras básicas e pendurou cestas de pêssego em duas pilastras a 3,05 metros de altura - comprimento que permanece até hoje - e que daria uma certa dificuldade à disputa. A quadra, por sua vez, era praticamente a metade do tamanho da usada atualmente.
A primeira disputa dessa novidade foi realizada no começo de 1892, entre os professores e alunos. Os estudantes venceram os docentes por um placar de 5 a 1, com uma plateia de cerca de 200 pessoas. Desde então, o basquete se tornou um esporte viciante e ganhou força em várias disputas ao redor do mundo.
Atletas da Seleção Brasileira de Basquete Feminino Master na Associação Atlética da Bahia em 2018.
BASQUETE FEMININO
O início do basquetebol feminino se deu em 1892, quando a professora de educação física Senda Bereson do Smith College, adaptou as regras criadas por James Naismith nas suas aulas. A professora Senda testa a nova prática com algumas modificações, pois naquela época o basquetebol era visto como um jogo masculino e que podia masculinizar as mulheres. A partir disto tem-se aos poucos a introdução da modalidade, não existindo semelhanças com o masculino e para exemplificar esta nova prática nas aulas de educação física, as mulheres não podiam bater na mão da adversária ou na bola para tomar posse, só podiam permanecer com posse desta por três segundos, entre outros. Aos poucos o basquetebol feminino foi conquistando seu espaço, apesar dos preconceitos prosseguirem por muito tempo.
Equipe de basquete feminino sub16 do Colégio Estadual Professor Edison Carneiro na Liga do Nordeste em 2018.
BASQUETE FEMININO NO BRASIL
Augusto Shaw foi quem trouxe o basquete para o Brasil. Nato de Nova York, o americano teve o primeiro contato com a modalidade em 1896, após completar o curso de Artes na universidade de Yale. Pouco tempo depois, Shaw aceitou um convite inusitado: lecionar na tradicional Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo. Na mudança ao Brasil, o recém-graduado trouxe livros, obras de artes e uma bola de basquete.
Na época, o professor passou por alguns problemas ao introduzir a modalidade na escola brasileira. Mas as mulheres logo se apaixonaram pelo esporte e começaram a praticá-lo, porém, os homens não viam a modalidade com o mesmo entusiasmo por diversos motivos. Um deles era o fascínio e a predileção pelo futebol. Mas Shaw sofreu para conseguir divulgar o novo esporte, pois havia concorrência do futebol que foi trazido por Charles Miller, e também pelo forte machismo, pois o esporte foi muito bem aceito entre as mulheres na época.

Jogo da categoria sub 16 entre as equipes da BFF e do Colégio Estadual Edison Carneiro na Liga do Nordeste em 2018 realizado na Associação Atlética da Bahia.
 BASQUETE FEMININO NA BAHIA
O basquete na Bahia sempre sofreu com o pouco incentivo e enfrenta inúmeras dificuldades principalmente no feminino. Uma das principais representantes do basquete feminino baiano, a treinadora Márcia Marllan, filiada à Federação Bahiana de Basketball (FBB), ressalta as dificuldades para as meninas se dedicarem mais ao esporte e reforça o entendimento de que o esporte é também espaço para as mulheres.
Equipes de basquete Feminino da categoria sub 16 da BFF e do Colégio Estadual Prof. Edison Carneiro.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Para tanto, nós da equipe de Basquete Feminino Girls Evolutions, reconhecemos neste estudo a existência de uma grande lacuna nos registros históricos do basquete feminino da Bahia e a necessidade de maior empenho das pessoas e entidades envolvidas com o basquete feminino estadual para ampliar incentivos para a pratica desse esporte por meninas e mulheres em todo o território da Bahia.

REFERÊNCIAS
Disponível em: deputadobobo.com/noticia, blog.unisportbrasil.com.br  e  www.torcedores.com/noticias

domingo, 10 de junho de 2018

Jogo da amizade: Basquete feminino dos Colégios Estaduais Edison Carneiro e Carlos Marighella


Foi realizado no início do mês de junho na quadra do Colégio Estadual Luis Pinto de Carvalho uma vivência de integração entre estudantes e profissionais do Colégio Estadual Professor Edison de Sousa Carneiro e Colégio Estadual do Stiep Carlos Marighella. Envolvendo 20 meninas das equipes de basquete feminino na faixa etária de 13 a 18 anos dos dois colégios houve diversão, criação de vínculos de amizade e muita vontade de jogar basquete.

Jogo da amizade em prol do basquete feminino estudantil. Organizado pelos professores: Marielson e Suzana.

Placar do jogo foi o menos importante.


Integração entre grupos de basquete feminino da rede pública estadual da Bahia em Salvador.


Grupo do basquete feminino dos Colégios Estaduais Professor Edison de Sousa Carneiro (São Caetano) e Carlos Marighella (Stiep) localizados em Salvador/BA.

sexta-feira, 20 de abril de 2018

CONEBOL: Através do jogo aprendendo a criar, refletir e sistematizar.


Produção exigida aos estudantes do 7º ano B do ensino fundamental do turno vespertino em Abril de 2018, como um dos critérios de avaliação nas aulas de Educação Física no Colégio Estadual Professor Edison de Souza Carneiro.

Conebol

Objetivo
Derrubar os cones da equipe adversária arremessando a bola.


Materiais
4 cones e 1 bola de handebol.

Local
Quadra


Regras

  • Joga duas equipes entre si;
  • Cada equipe deve colocar dois cones em cima da trave do gol;
  • Se bater a bola na parede do fundo é considerado fora, e a bola fica com o time da defesa;
  • A equipe é composta por 5 integrantes;
  • Poderá haver reservas;
  • Obrigatório passar a bola para os companheiro de equipe antes de tentar acertar o cone;
  • Agarrar é falta, para o jogo e a bola fica com quem sofreu a falta;
  • Pra correr tem que bater a bola no chão;
  • Chutar a bola é pênalti, devera ser cobrado um arremesso livre da marca de pênalti;
  • Quem xingar fica fora por um minuto;
  • Jogo acaba quando derruba os dois cones da equipe adversária.

Conteúdo
Características, conceitos, tipos e contextos histórico-sociais do Jogo.
 
Organização
Baseado no conteúdo da I unidade os estudantes da turma foram orientados a pensar e construir, em coletivo, um jogo inédito.


Turma
7º ano B vespertino do Colégio Estadual Professor Edison de Sousa Carneiro.


Mediador
Professor de Educação Física Marielson Alves.
 
Data de apresentação da produção final do jogo: 02/04/2018.